quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Divulgação

Declaradamente avesso ao regime desgastante das telenovelas brasileiras, o ator Wagner Moura decidiu se afastar por algum tempo das telinhas.

Conforme noticia o colunista Flávio Ricco, do UOL, o intérprete tem recusado todos os convites para séries e novelas que vêm sendo feitos a ele. Nos últimos meses, não foram poucas as propostas, garante o jornalista.

Os fãs de Moura terão que se contentar com as aparições do astro em campanhas publicitárias. Estes convites, ao contrário dos da dramaturgia, costumeiramente não são recusados, já que em 2011 ele foi um dos atores que mais apareceram nas inserções comerciais.

Enquanto isto, nas telonas, o intérprete acaba de encerrar as gravações do hollywoodiano ''Elysium'', previsto para 2013 e com elenco de estrelas do quilate de Matt Damon, Jodie Foster, William Fichtner e Alice Braga.

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quinta-feira, 1 de dezembro de 2011


O filme brasileiro "A cadeira do pai" , dirigido por Luciano Moura e estrelado por Wagner Moura, foi selecionado para a competição oficial do Festival de Sundance 2012, que começa em 19 janeiro. Em nota, o ator comemorou a nomeação: "'A cadeira do pai' ter sido selecionado para a mostra competitiva de um festival importante como Sundance é motivo de comemoração para todo o nosso cinema. Estive em Sundance ano passado com o 'Tropa 2' e comprovei que este é de fato um festival vital para a produção dos chamados filmes independentes no mundo".

Longa de estreia do diretor Luciano Moura, "A cadeira do pai" tem previsão de estrear no Brasil no segundo semestre de 2012. Na história, Wagner Moura vive um médico casado com a personagem da atriz Mariana Lima e filho de um pai ausente, papel de Lima Duarte. O que move a trama, segundo observa o cineasta em entrevista ao G1, é uma sucessão de episódios que se desabam sobre o protagonista, começando pela crise matrimonial e culminando com a fuga do filho adolescente, interpretado por Brás Antunes.

O cineasta comemora o fato de se ter escolhido uma obra que não versa necessariamente sobre as "questões sociais" do país. "Geralmente, a tendência lá fora é pegar filmes [brasileiros] que tenham como base o tema social, a denúncia – ou que tenham isso em primeiro plano. Meu filme não tem, ele é sobre essas relações conturbadas entre as pessoas, entre pais e filhos", explica, descrevendo o trabalho como sendo um "thriller dramático". "Mas, de qualquer maneira, a viagem do personagem [de Wagner Moura] acontece no Brasil, que está lá, com todas as características, mazelas."

Wagner Moura e Mariana Lima em "A cadeira do pai" (Foto: Priscila Prade/Divulgação)

Luciano Moura também destaca o fato de Sundance ser um "celeiro de novidades" e antecipou as reações que "A cadeira do pai" deve despertar. "O filme não faz concessão, mas também não tem hermetismo 'kamikaze' [o que supostamente dificultaria o entendimento do espectador]. É um filme que tem emoção, que faz chorar, porque é uma agonia: existe um filho sumido e um cara atrás dele."

O diretor fala em "concessões" e "hermetismo" ao comentar uma declaração de Wagner Moura feita na nota oficial, destacando as opções dramáticas do longa. Para o ator, o fato de não haver "concessões baratas para atrair o espectador" não significa que se tenham adotado "hermetismos ultrapassados". "Esse tem sido o espírito dos principais filmes 'indies' que tenho visto, muitos deles egressos de Sundance." O festival tem duas mostras competitivas, uma para produções americanas e outra para produções estrangeiras, na qual está "A cadeira do pai", único brasileiro presente na disputa.


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quinta-feira, 10 de novembro de 2011


O diretor José Padilha negou os rumores de que o protagonista Alex Murphy será interpretado pelo ator Redação

O diretor José Padilha, que vai filmar o remake do sucesso "RoboCop – O Policial do Futuro", de 1987, a partir do ano que vem, negou os rumores de que o protagonista Alex Murphy será interpretado pelo ator brasileiro Wagner Moura.

"Precisamos de um RoboCop americano. RoboCop é um cara americano, seu nome é Alex Murphy", revelou ao site Coming Soon. Padilha também dirigiu "Tropa de Elite", que tinha Moura como personagem principal, o Capitâo Nascimento.

"A versão original é fantástica. Mesmo se não houvesse um filme, a concepção de RoboCop é brilhante. Primeiramente, porque ele se coloca em muitas críticas sociais. Além disso, propõe questões, como 'quando você perde o humanismo?'", afirmou o diretor.

Mas os fãs do policial Alex Murphy não devem esperar uma cópia fiel do primeiro filme. Padilha promete trazer novidades ao roteiro. "Vocês se lembram de quando Murphy é baleado e a cena corta para ele já transformado em RoboCop? Eu vou abordar esse tempo entre ele sendo ferido e voltando à realidade. Como foi feito o RoboCop?"


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